meditação do dia 15/03/16- Origens de Jesus, o médico das almas

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Evangelho: Jo 8,21-30 

Boa Nova para cada dia

“Eu parto e vós me procurareis, mas morrereis no vosso pecado. Para onde vou vós não podeis ir” (Jo 8,21).

Nestas poucas palavras Jesus revelou aos fariseus, que O matariam, como eles não teriam acesso à Salvação que Ele trouxe como Filho de Deus, porque não creram Nele. E disse mais: quando ressuscitasse, voltaria ao Pai. E aqueles judeus para o Pai não iriam jamais.

Pensemos brevemente nesta ameaça de Jesus aos fariseus.

Eles tiveram culpa por não aceitarem Jesus.

Apegaram-se a suas ideias fixas, a suas desculpas religiosas, à dureza de seus corações.

Não amaram Jesus Cristo porque se recusaram a conhecê-Lo melhor.

Não amaram Jesus Cristo porque não amavam, como deviam, a Deus Pai.  Viveram na ilusão do saber sem amor, da autossalvação sem a misericórdia de Deus. Por fim, condenaram-se: “Para onde vou vós não podeis ir”.

O tempo da Quaresma nos incomoda em nossas ilusões sobre nosso modo de amar a Deus e a Seu Filho, de amar a Igreja, a comunidade dos filhos de Deus. Incomoda nosso modo de amar ao próximo. Não nos deixa iludidos.

Isto quer dizer que o Espírito Santo está agindo dentro de nós, movendo-nos à conversão nestes e em outros pontos de nossa vida de fé.

Ouçamos o que o Espírito Santo de Deus nos fala.

Deixemos que nos repreenda, porque aqui está o sinal do amor de Deus por nós. Deus Pai repreende seus filhos porque os ama.

Deixemos que assim o amor de Deus por nós nos envolva e converta.

Mereceremos, então, a Vida Eterna que Jesus Cristo nos trouxe.

Não esperemos a próxima Quaresma para introduzir tais mudanças em nossa vida.

 

Homilia

 

Diário Espiritual

Comentário do dia : São Leão Magno (?-c. 461), papa, doutor da Igreja
«Quando levantardes o Filho do homem, então sabereis que “Eu sou”»

Aquele que verdadeiramente venera a Paixão do Senhor deve olhar de tal forma a Jesus crucificado com os olhos do coração, que consiga reconhecer a sua própria carne na dele.

A nenhum doente será recusada a vitória da cruz, e não há ninguém que não encontre socorro na oração de Cristo; se ela aproveitou a muitos dos seus algozes, quanto mais não ajudará os que se voltam para Ele?

Esta adoção da nossa natureza pela divindade, graças à qual «o Verbo Se fez carne e habitou entre nós» (Jo 1,14), a ninguém exclui da sua misericórdia, a não ser a quem recusa a fé.

Pois o homem tem uma natureza comum com Cristo, se acolher Aquele que a assumiu e se tiver sido regenerado pelo Espírito que O gerou.

Além disso, podemos reconhecer as nossas próprias fraquezas naquele que «tomou a condição de escravo» (Fil 2,7).

É nosso, aquele corpo sem vida que jazia no sepulcro mas que ressuscitou ao terceiro dia, e que, elevando-se acima de todas as alturas celestes, subiu até à direita da majestade do Pai.

Se caminharmos pela via dos seus mandamentos e se não tivermos vergonha de confessar tudo o que Ele fez pela nossa salvação no rebaixamento da sua carne, também nós seremos elevados até partilhar a sua glória.

Porque aquilo que Ele anunciou cumprir-se-á de forma deslumbrante: «Aquele que se pronunciar por Mim diante dos homens, também Eu me pronunciarei por ele diante do meu Pai que está nos céus» (Mt 10,32).

 

Questionamentos: Jesus Cristo é o meu Senhor e Salvador, ou tenho outros senhores e salvadores?

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Publicado em 15 de março de 2016, em Sem categoria. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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